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Café com Ciência debate acesso à saúde e práticas de cuidado em territórios quilombolas

Publicado em Fonte: Ministério da Saúde2 min de leitura

Radar IF · https://ifgestaoesaude.com.br/radar/cafe-com-ciencia-debate-acesso-a-saude-e-praticas-de-cuidado-em-territ/

Resumo para usar

O que mudou
O acesso à Atenção Primária à Saúde em territórios quilombolas e os desafios para garantir um atendimento integral e equitativo foram tema do Café com Ciência, realizado na sexta-feira (9/10), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília.
Quem precisa agir
Promovido pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) , o encontro reuniu pesquisadores da saúde e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para discutir evidências científicas e estratégias de cuidado voltadas a essa população.
Fonte e última conferência
Ministério da Saúde, 14/10/2026 · conferência editorial em 14/10/2026

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Por que importa

O levantamento mostra que a proximidade de uma UBS não garante, por si só, acesso efetivo à saúde para as comunidades quilombolas, especialmente nas áreas mais distantes dos serviços e com menor disponibilidade de profissionais. Para os gestores municipais, os dados reforçam a importância de adaptar a Atenção Primária às realidades territoriais, com busca ativa, atendimento itinerante, acolhimento qualificado e valorização dos saberes tradicionais para ampliar a equidade no cuidado.

Matéria completa

O acesso à Atenção Primária à Saúde em territórios quilombolas e os desafios para garantir um atendimento integral e equitativo foram tema do Café com Ciência, realizado na sexta-feira (9/10), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília.

Promovido pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) , o encontro reuniu pesquisadores da saúde e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para discutir evidências científicas e estratégias de cuidado voltadas a essa população.

Um estudo nacional com 8.441 localidades quilombolas identificadas pelo Censo Demográfico de 2022 mostrou que 85% estão a até 10 quilômetros de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), com distância mediana de 4,1 quilômetros. O levantamento identificou 2.786 UBS de referência, distribuídas em 1.208 municípios.

Na Região Norte, está a maior proporção de localidades situadas a mais de 40 quilômetros de uma unidade, com distância máxima de 110,6 quilômetros registrada no Amazonas. A presença de uma UBS próxima, contudo, não garante o acesso ao atendimento. O estudo também apontou que 53,5% das localidades têm uma UBS de referência com médico vinculado ao Programa Mais Médicos .

Entre aquelas situadas a mais de 40 quilômetros de uma unidade, o percentual chega a 64,8%. A programação do Café com Ciência abordou ainda os avanços e desafios da Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola na Atenção Primária e apresentou resultados preliminares de uma pesquisa sobre a organização, o acesso e a efetividade dos serviços em 27 comunidades da Bahia, de Sergipe e de Pernambuco.

Como estratégias para aprimorar o cuidado, foram destacadas a qualificação do acolhimento, o fortalecimento do vínculo entre equipes e comunidades, o atendimento itinerante e a valorização dos saberes tradicionais.

Com informações de Ministério da Saúde.

Fonte

Publicado na fonte em 14 de outubro de 2026 · matéria do Radar IF em 14 de outubro de 2026

Matéria do Radar IF com os fatos da fonte oficial, revisada antes de publicar; frases da publicação original podem ser reaproveitadas, sem opinião nem trechos do portal. Leia o documento completo no link acima. Como o Radar IF trabalha.

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