Ministério da Saúde reforça preparação do Sul para chuvas intensas e inundações do El Niño
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Resumo para usar
- O que mudou
- A região tem mais de 478 UBS resilientes entregues ou em obras pelo Novo PAC, recebeu 709 ambulâncias do SAMU e conta com base da Força Nacional do SUS em Porto Alegre. O plano foi apresentado em 16 de setembro de 2026.
- Quem precisa agir
- Secretarias municipais de saúde do Sul, sobretudo em áreas sujeitas a inundação, com suas coordenações de vigilância, atenção primária, SAMU e saúde mental
- O que fazer agora
- Atualizar o plano de contingência para chuvas intensas com apoio dos Centros de Informação em Saúde e Clima de Porto Alegre ou Curitiba, aplicar aos abrigos o protocolo de seis pontos críticos e preparar a vigilância para leptospirose, hepatite A e gastroenterites após enchentes.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 16/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
Os riscos listados pelo ministério, de leptospirose e hepatite A a afogamentos e interrupção de serviços, recaem primeiro sobre a rede municipal. O protocolo de seis pontos para abrigos e o apoio dos Centros de Informação em Saúde e Clima a planos de contingência indicam o que se espera do município antes e durante uma inundação.
Matéria completa
O Ministério da Saúde apresentou em 16 de setembro de 2026, em entrevista coletiva com o ministro Alexandre Padilha, técnicos da pasta e representantes da Fiocruz, as ações de preparação do SUS para chuvas intensas no Sul. Segundo a pasta, o El Niño está em nível forte, com alta probabilidade de chegar a “muito forte” e de se estender até março de 2027. Na região, o fenômeno aumenta o risco de tempestades, enxurradas e inundações, com efeito sobre a estrutura dos serviços e a continuidade de tratamentos.
Entre as medidas estão mais de 478 Unidades Básicas de Saúde (UBS) resilientes entregues e em construção pelo Novo PAC, projetadas com terreno seguro, energia solar, geradores e reserva de água para até 72 horas. O Sul também recebeu 709 ambulâncias do SAMU, soluções de acesso à água potável e reforço nos laboratórios centrais de saúde pública (Lacen) e na atenção especializada. A base da Força Nacional do SUS em Porto Alegre e os Centros de Informação em Saúde e Clima de Porto Alegre e Curitiba monitoram chuva acumulada e nível dos rios para orientar gestores locais e apoiam planos de contingência, alertas e qualificação de equipes.
O ministério listou como riscos leptospirose, gastroenterites, hepatite A, febre tifoide, afogamentos, ferimentos graves e interrupção de serviços. Para abrigos coletivos temporários, a pasta definiu protocolos com seis pontos críticos: água potável, sanitários adequados, ventilação contra vírus respiratórios, triagem de casos graves, vacinação de bloqueio ou emergência e acolhimento psicossocial. Quando a estrutura local é comprometida, a Força Nacional do SUS instala unidades móveis e modulares, e kits de medicamentos de urgência e insumos para purificar água são enviados em cooperação com o Cemaden e a Defesa Civil.
As ações integram o AdaptaSUS, plano apresentado na COP30 com 27 metas, 93 ações, investimento de R$ 9,8 bilhões e planejamento até 2035. Estão previstas nove bases regionais da Força Nacional do SUS; as três primeiras, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e na Bahia, permitem resposta em até 12 horas. Em 2026, a Força Nacional fez 11 missões em oito estados, cinco delas ligadas a desastres, com 139 profissionais de 14 categorias e 4.899 atendimentos.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 16 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 17 de setembro de 2026
Matéria do Radar IF escrita a partir da publicação oficial, com apoio de inteligência artificial, e aprovada em lote pela responsável pelo Radar, sem revisão individual; números, datas e prazos são os da fonte. Encontrou um erro? Escreva para contato@ifgestaoesaude.com.br. Leia o documento completo no link acima. Como o Radar IF trabalha.