Brasil apresenta ao México subsistema do SUS que atende mais de 821 mil indígenas
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Resumo para usar
- O que mudou
- Comitiva liderada pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé, discutiu com o governo mexicano medicina tradicional, parteiras e formação de especialistas na semana em que a política completa 27 anos.
- Quem precisa agir
- Gestores de municípios com aldeias ou sede de Casai e coordenações de atenção primária e regulação que recebem pacientes encaminhados pelos DSEI
- O que fazer agora
- Nenhuma ação imediata. Em municípios de referência para pacientes indígenas, revisar com o DSEI da região o fluxo de encaminhamento à média e alta complexidade e o acolhimento nas Casai.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 23/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
A agenda no México não muda regra nem recurso. O que interessa à gestão municipal é o fluxo descrito pelo ministério: o atendimento especializado e de média e alta complexidade a indígenas é feito na rede do SUS, com acolhimento nas Casai, o que envolve hospitais e a regulação dos municípios de referência.
Matéria completa
Uma comitiva do Ministério da Saúde apresentou a representantes do governo mexicano, na Cidade do México, a gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). A reunião foi conduzida pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé, na semana em que o subsistema, criado em 23 de setembro de 1999, completa 27 anos. Integrado ao SUS, ele atende mais de 821 mil indígenas nas cinco regiões do país.
Os dois países também trataram de medicina tradicional indígena, da participação de parteiras nos sistemas de saúde, de direitos humanos, de formação de especialistas e de interculturalidade. Segundo o ministério, a troca abre possibilidades de cooperação técnica futura. Para a secretária, o SasiSUS se apoia na escuta ativa e na participação direta dos povos indígenas nas decisões.
A rede do subsistema tem 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena (DSEI), 1.211 Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI), que fazem a atenção primária dentro das aldeias, 388 polos-base, que organizam os fluxos de atendimento e apoiam as equipes, e 70 Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casai). As equipes multidisciplinares contam com agentes indígenas de saúde (AIS) e de saneamento (Aisan), que fazem a ponte linguística e cultural com os demais profissionais.
Quando o paciente indígena precisa de serviço especializado ou de média e alta complexidade, é encaminhado às unidades do SUS. Nos centros urbanos, ele e o acompanhante ficam nas Casai até voltar à aldeia de origem.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 23 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 30 de setembro de 2026
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