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SUS oferece até 100 mil teleatendimentos mensais em saúde mental para mulheres

Publicado em Fonte: Ministério da Saúde2 min de leitura

Radar IF · https://ifgestaoesaude.com.br/radar/mulheres-de-sao-paulo-podem-acessar-teleatendimento-gratuito-em-saude/

Resumo para usar

O que mudou
Mulheres em situação de violência e cuidadoras de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras pedem o atendimento pelo Meu SUS Digital, em todo o país.
Quem precisa agir
Coordenações de saúde mental e de saúde da mulher, CAPS, equipes de atenção primária e serviços que atendem mulheres em situação de violência ou cuidadoras de pessoas com deficiência e doenças raras
O que fazer agora
Divulgar o acesso pelo Meu SUS Digital nas unidades básicas, nos CAPS e nos serviços que atendem mulheres em situação de violência. Definir o fluxo de acolhimento, no CAPS ou na atenção primária, das mulheres encaminhadas pelo teleatendimento.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
Fonte e última conferência
Ministério da Saúde, 07/10/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026

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Checklist desta matéria

Marcações ficam só neste aparelho. Itens extraídos do “o que fazer” desta matéria; a referência é a norma na fonte.

Por que importa

O teleatendimento federal é porta de entrada e não substitui a rede local. Ao fim das sessões ou diante de caso grave, as mulheres são encaminhadas ao CAPS e aos serviços do território, o que gera demanda referenciada que o município precisa estar pronto para receber.

Matéria completa

O Ministério da Saúde oferece teleatendimento gratuito em saúde mental a mulheres em situação de violência e a mulheres que cuidam de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras. O serviço integra o Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres e tem capacidade de até 100 mil atendimentos por mês. O anúncio foi dirigido a São Paulo, mas a oferta vale para mulheres de todo o Brasil.

O pedido é feito no aplicativo Meu SUS Digital, com conta gov.br, no item Miniapps, opção “Acolhe Mais + - Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres”. A usuária é levada à plataforma da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), faz o cadastro e informa se vive ou viveu violência ou se é cuidadora. A equipe faz contato em até 24 horas para marcar dia e horário.

Nos casos de violência, o primeiro contato avalia riscos, rede de apoio e demandas; cada usuária pode fazer até 10 sessões, com possibilidade de novo ciclo. O atendimento é feito só por psicólogas capacitadas pelo ministério, de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h. Ao fim do acompanhamento, a mulher pode ser encaminhada a um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou a outro serviço da rede.

Em risco imediato, a orientação é acionar o SAMU 192 ou a Polícia Militar, pelo 190. Em casos graves sem necessidade de intervenção de emergência, profissionais encarregados de articular o cuidado com os serviços do território fazem os encaminhamentos. Segundo o ministro Alexandre Padilha, o cuidado iniciado a distância será depois articulado com a rede local de estados e municípios; onde ela não existir, o ministério manterá o atendimento remoto.

Com informações de Ministério da Saúde.

Fonte

Publicado na fonte em 7 de outubro de 2026 · matéria do Radar IF em 8 de outubro de 2026

Matéria do Radar IF escrita a partir da publicação oficial, com apoio de inteligência artificial, e aprovada em lote pela responsável pelo Radar, sem revisão individual; números, datas e prazos são os da fonte. Encontrou um erro? Escreva para contato@ifgestaoesaude.com.br. Leia o documento completo no link acima. Como o Radar IF trabalha.

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