Na Opas, Padilha cita sarampo e clima entre desafios que pedem resposta regional
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Resumo para usar
- O que mudou
- O ministro discursou por videoconferência na abertura do 63º Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde, reunido em Washington de 28 de setembro a 2 de outubro.
- Quem precisa agir
- Coordenações municipais de vigilância epidemiológica, imunização e controle de arboviroses que acompanham a agenda regional de saúde
- O que fazer agora
- Nenhuma ação imediata. Acompanhar no portal da Opas as resoluções aprovadas pelo 63º Conselho Diretor sobre arboviroses, emergências sanitárias e resistência aos antimicrobianos.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 28/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
O efeito para o município é indireto: o encontro não cria regra, recurso nem prazo. As propostas em análise, sobre arboviroses, emergências sanitárias, resistência aos antimicrobianos e fundos regionais de compra de vacinas e medicamentos, orientam a cooperação técnica da Opas com os países e tratam de problemas que a vigilância municipal enfrenta.
Matéria completa
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu cooperação entre os países e instituições multilaterais fortes para enfrentar problemas sanitários que ultrapassam fronteiras. Ele falou por videoconferência em 28 de setembro, na abertura do 63º Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Washington. O colegiado é um dos principais órgãos de governança da Opas e reúne autoridades de saúde dos Estados-membros até 2 de outubro.
Padilha listou o ressurgimento de doenças imunopreveníveis, como o sarampo, os efeitos das mudanças climáticas, o avanço das doenças crônicas, as desigualdades de acesso e o risco de novas emergências sanitárias. Segundo o ministro, clima e saúde não podem mais ser tratados como agendas separadas, porque eventos extremos, doenças transmitidas por vetores e a pressão sobre os serviços já fazem parte da realidade dos sistemas de saúde das Américas.
Como exemplos brasileiros, ele citou a incorporação da vacina pneumocócica 20-valente ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), avanços em relação à vacina contra a dengue e a eliminação da transmissão vertical do HIV e das hepatites virais. Na assistência, mencionou o programa Agora Tem Especialistas, voltado a reduzir a espera por atendimento de média e alta complexidade no SUS, a telemedicina, as unidades móveis de saúde e odontológicas e o transporte sanitário.
Nesta edição, o conselho analisa propostas sobre gestão de emergências e riscos sanitários, resistência aos antimicrobianos, prevenção e controle de arboviroses, segurança dos alimentos e fortalecimento dos fundos regionais para compra de vacinas, medicamentos e outras tecnologias. O Brasil, membro fundador da Opas, abriga a sede da Bireme, centro latino-americano e do Caribe de informação em ciências da saúde, e tem cerca de 30 centros colaboradores da Opas/OMS.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 28 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 30 de setembro de 2026
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