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Na ONU, Brasil defende acesso equitativo a vacinas e produção regional contra futuras pandemias

Publicado em Fonte: Ministério da Saúde2 min de leitura

Radar IF · https://ifgestaoesaude.com.br/radar/brasil-defende-na-onu-acesso-equitativo-a-vacinas-e-medicamentos-e-com/

Resumo para usar

O que mudou
Em Nova York, em 25 de setembro, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, defendeu concluir o anexo sobre patógenos do Acordo sobre Pandemias da OMS e apontou a desinformação como risco.
Quem precisa agir
Coordenações de vigilância em saúde, imunização e preparação para emergências, e equipes de comunicação das secretarias de saúde
O que fazer agora
Acompanhar as negociações do anexo PABS na OMS e a implementação das alterações do Regulamento Sanitário Internacional. Rever no plano municipal de contingência as ações de comunicação de risco e de resposta à desinformação sobre vacinas.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
Fonte e última conferência
Ministério da Saúde, 25/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026

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Checklist desta matéria

Marcações ficam só neste aparelho. Itens extraídos do “o que fazer” desta matéria; a referência é a norma na fonte.

Por que importa

O efeito sobre a gestão municipal é indireto: a reunião não muda regra nem financiamento do SUS. O que chega ao município é a agenda que o ministério leva ao exterior, com atenção primária e vigilância preparadas para eventos climáticos e comunicação pública contra a desinformação sobre vacinas.

Matéria completa

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, defendeu em 25 de setembro, em Nova York, que a preparação para futuras pandemias combine sistemas de saúde fortalecidos com acesso equitativo a vacinas, medicamentos, diagnósticos e outras tecnologias. Ele representou o Brasil na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Prevenção, Preparação e Resposta a Pandemias, parte da semana de alto nível da 81ª sessão, que discutiu a adoção de uma declaração política sobre o tema.

A manifestação brasileira apresentou produção local e regional, transferência de tecnologia e diversificação das cadeias de abastecimento como formas de reduzir dependências. O país defendeu concluir as negociações do anexo sobre Acesso a Patógenos e Repartição de Benefícios (PABS), do Acordo sobre Pandemias da Organização Mundial da Saúde (OMS), que vincula o compartilhamento de amostras e sequências genéticas de patógenos à divisão dos benefícios de seu uso. Massuda reafirmou o compromisso com o acordo e com a implementação das alterações do Regulamento Sanitário Internacional.

O secretário usou a Covid-19 para tratar de confiança. “Não basta que as tecnologias estejam disponíveis se as pessoas não confiam nelas”, disse, ao afirmar que a desinformação prejudicou campanhas de vacinação e a adesão a medidas de saúde pública. Ele defendeu comunicação pública, transparência e a abordagem de Saúde Única, que considera em conjunto a saúde humana, animal e ambiental.

Sobre clima, Massuda disse que as mudanças climáticas ampliam as condições de surgimento de patógenos e pesam mais sobre comunidades de baixa renda e populações indígenas, e pediu que a preparação incorpore a atenção primária e uma vigilância resiliente a esses eventos. Defendeu financiamento previsível, nacional e internacional, alinhado às prioridades de cada país. Sobre a declaração política, reconheceu o consenso alcançado, mas disse que o texto deve ser um ponto de partida.

Com informações de Ministério da Saúde.

Fonte

Publicado na fonte em 25 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 27 de setembro de 2026

Matéria do Radar IF escrita a partir da publicação oficial, com apoio de inteligência artificial, e aprovada em lote pela responsável pelo Radar, sem revisão individual; números, datas e prazos são os da fonte. Encontrou um erro? Escreva para contato@ifgestaoesaude.com.br. Leia o documento completo no link acima. Como o Radar IF trabalha.

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