Radar IFAssistência Farmacêutica
Grupo de trabalho do Ministério da Saúde estuda exames e telessaúde no Farmácia Popular
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Resumo para usar
- O que mudou
- O grupo permanente, que se reuniu pela primeira vez em 16 de setembro de 2026, também avalia biometria na retirada de remédios e expansão para áreas com vazios assistenciais. O programa tem 28 mil farmácias credenciadas.
- Quem precisa agir
- Coordenações de assistência farmacêutica e de atenção primária, sobretudo em municípios com vazios assistenciais ou poucas farmácias credenciadas no programa
- O que fazer agora
- Mapear onde faltam farmácias credenciadas no município e quais exames de monitoramento a atenção primária já oferece, para ter dados quando o grupo de trabalho apresentar propostas, e acompanhar os anúncios do Ministério da Saúde sobre o programa.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 16/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
Exames, telessaúde e atendimento em farmácias credenciadas mexem com a porta de entrada que hoje é da atenção primária e com a demanda das farmácias públicas municipais. O ministério diz que o modelo vai complementar, sem substituir, esses serviços, mas nada muda até o grupo concluir os estudos e a pasta decidir.
Matéria completa
O Ministério da Saúde instalou em 16 de setembro de 2026 um grupo de trabalho permanente para estudar mudanças no Programa Farmácia Popular do Brasil. A pauta inclui a oferta de exames e procedimentos nas farmácias, a expansão para áreas com vazios assistenciais e o uso de biometria no lugar de documentos físicos na retirada de medicamentos.
Os eixos de estudo são serviços de saúde compatíveis com a atuação das farmácias credenciadas, telessaúde e teleatendimento por profissionais habilitados, exames diagnósticos e de monitoramento terapêutico, novos modelos de atendimento, ampliação da cobertura em regiões vulneráveis, remotas ou com acesso insuficiente e transformação digital do programa. O grupo vai produzir estudos e propostas técnicas e avaliar a viabilidade sanitária, jurídica, operacional, tecnológica e econômico-financeira de cada iniciativa. As mudanças dependem de decisão posterior do ministério.
Segundo a pasta, o novo desenho deve complementar, sem substituir, a atenção primária e as farmácias públicas. A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, afirmou que o programa atende mais de 27 milhões de pessoas em cerca de 5 mil municípios, com 28 mil farmácias credenciadas e cobertura de 97% da população.
Participaram da reunião inaugural, além do ministério, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Conselho Federal de Farmácia, a Federação Nacional dos Farmacêuticos e entidades do varejo e da indústria farmacêutica: Abrafarma, Abcfarma, Febrafar, Sindusfarma, Progenéricos e Alanac.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 16 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 17 de setembro de 2026
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