Ministério da Saúde autoriza obra de R$ 70 milhões para ampliar hospital universitário de Roraima
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Resumo para usar
- O que mudou
- O Bloco C do HU-UFRR terá seis salas cirúrgicas e leitos de UTI, segundo o ministério. O hospital tem hoje 128 leitos, 36 deles destinados à população indígena.
- Quem precisa agir
- Secretarias municipais de saúde de Roraima, centrais de regulação do estado, DSEI e Casai que encaminham pacientes indígenas e a gestão de saúde de Pacaraima, pelo CAPS e pela Operação Acolhida
- O que fazer agora
- Acompanhar com a Secretaria Estadual de Saúde de Roraima e a direção do HU-UFRR o cronograma do Bloco C e a futura oferta de leitos de UTI e de cirurgias. Em Pacaraima, confirmar a entrega do CAPS e organizar com a atenção primária o fluxo de encaminhamento para o serviço.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 28/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
O efeito é regional e futuro: quando pronto, o Bloco C amplia a oferta de cirurgia de alta complexidade e de terapia intensiva num hospital que já recebe pacientes indígenas encaminhados pelos DSEI e pelas Casai. O ministério não divulgou prazo de conclusão nem o número de leitos novos.
Matéria completa
O Ministério da Saúde assinou em 28 de setembro de 2026 a ordem de serviço para construir o Bloco C do Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (HU-UFRR). A obra tem investimento federal de R$ 70 milhões e será executada pela HU Brasil (Hospitais Universitários Federais). Assinaram o documento o secretário-executivo do ministério, Adriano Massuda, e a secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé.
O HU-UFRR, primeiro hospital universitário do estado, tem 128 leitos, 36 deles para a população indígena. Segundo Massuda, o novo bloco terá seis salas cirúrgicas para procedimentos de alta complexidade e leitos de unidade de terapia intensiva. O ministério não informou quantos leitos serão criados nem o prazo da obra. A pasta também compra um tomógrafo para o hospital, com chegada prevista para o primeiro semestre de 2027, que substituirá o aparelho atual, do governo estadual.
Entre abril de 2025 e julho de 2026, o hospital registrou 2.056 internações, 572 delas de pacientes indígenas. No ambulatório, atendeu 2.846 pacientes entre novembro de 2025 e julho de 2026, dos quais 355 indígenas. A unidade recebe pessoas de cerca de 13 etnias, inclusive vindas da Guiana e da Venezuela, e mantém uma Unidade de Retaguarda Hospitalar dos Povos Indígenas, com leitos redários. O HU-UFRR também participa de mutirões para pacientes encaminhados pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) e pelas Casas de Saúde Indígena (Casai).
Na mesma agenda, Massuda visitou em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela, a obra do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município, com investimento de R$ 2,145 milhões e 92% de execução física. A conclusão estava prevista para 1º de outubro de 2026, e o serviço já foi habilitado pela Portaria GM/MS nº 4.089, de 28 de maio de 2024. Pela Operação Acolhida, que atende migrantes, foram aplicadas mais de 677 mil doses de vacina em Pacaraima e mais de 54 mil em Boa Vista entre 2023 e agosto de 2026.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 28 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 30 de setembro de 2026
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