Ministério da Saúde defende formação médica com foco em atenção primária e preceptoria
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Resumo para usar
- O que mudou
- No 64º Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem), em Porto Alegre, de 17 a 20 de setembro, a pasta também debateu hospitais de ensino, títulos de especialista e residências em saúde.
- Quem precisa agir
- Gestores de municípios com cursos de medicina ou programas de residência, coordenações de atenção primária e de educação permanente e preceptores da rede
- O que fazer agora
- Acompanhar as próximas propostas do Ministério da Saúde e do MEC sobre diretrizes curriculares e avaliação dos cursos de medicina. Mapear, com as instituições de ensino parceiras, as unidades da rede usadas como campo de prática e a preceptoria disponível.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 21/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
O congresso não mudou regra nem financiamento. A posição do ministério interessa aos municípios que recebem estudantes e residentes, porque a prática na rede pública desde o início do curso e a preceptoria de qualidade passam pelas unidades básicas e pelos hospitais que servem de campo de ensino.
Matéria completa
Representantes da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde defenderam que as diretrizes curriculares de medicina deem ênfase à atenção primária, à saúde da família e à preceptoria de qualidade, com prática na rede pública desde os primeiros anos da graduação. A posição foi levada ao 64º Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem), realizado de 17 a 20 de setembro em Porto Alegre, com o tema Diretrizes da Educação Médica: Avaliação e Qualidade a Serviço de Toda a Sociedade.
Segundo a secretaria, isso exige coordenação permanente entre o Ministério da Saúde, o Ministério da Educação (MEC) e as instituições de ensino, com rigor na avaliação dos cursos e barreira às formações precarizadas. O secretário da SGTES, Felipe Proenço, que representou o ministro Alexandre Padilha na abertura, disse que “a formação médica precisa estar conectada às necessidades concretas da população e dos sistemas de saúde”.
Em 18 de setembro, a coordenadora-geral de Integração Ensino-Serviço-Comunidade da SGTES, Emille Cordeiro, tratou da rede hospitalar de ensino, que ela associa à formação de profissionais, à produção de conhecimento e à qualificação do cuidado. No mesmo dia, a secretaria participou de mesa sobre formação especializada e o Registro de Qualificação de Especialista (RQE).
Em 19 de setembro, a Coordenação-Geral de Residências em Saúde discutiu a trajetória e os próximos desafios da Política Nacional de Residências em Saúde. A notícia do ministério não informa mudança de norma, de financiamento ou prazo decorrente do congresso.
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 21 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 26 de setembro de 2026
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