Estados do Sul discutem com Conass e ministério como implantar cuidados paliativos no SUS
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Resumo para usar
- O que mudou
- Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul reuniram equipes em Curitiba de 16 a 18 de setembro para tratar de acesso na rede, medicamentos essenciais e formação de profissionais.
- Quem precisa agir
- Secretarias municipais de saúde do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e suas coordenações de atenção primária, atenção domiciliar e assistência farmacêutica
- O que fazer agora
- Procurar a secretaria estadual de saúde para saber quais prioridades e encaminhamentos saíram da oficina. Levantar onde o município já oferece cuidados paliativos na atenção primária e na atenção domiciliar e quais medicamentos essenciais estão disponíveis.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- CONASS, 17/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Checklist desta matéria
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Por que importa
A oficina não cria regra nem recurso; o efeito para o município vem pelo planejamento estadual. Os eixos discutidos, organização na rede, acesso a medicamentos essenciais e formação, alcançam serviços municipais, porque a política prevê cuidados paliativos desde a atenção primária até a atenção domiciliar.
Matéria completa
Gestores e técnicos das secretarias estaduais de saúde do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul participaram, de 16 a 18 de setembro de 2026, em Curitiba, da Oficina Regional de Cuidados Paliativos – Região Sul. O encontro foi organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) com o Ministério da Saúde, por meio das secretarias de Atenção Especializada (Saes) e de Atenção Primária (Saps). A oficina faz parte da implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS.
A discussão seguiu três eixos: acesso e organização dos cuidados paliativos na Rede de Atenção à Saúde, disponibilidade de medicamentos essenciais e formação dos profissionais. Segundo o Conass, o objetivo era definir, a partir dos desafios e prioridades de cada estado, estratégias para que os cuidados paliativos estejam presentes da atenção primária à atenção especializada, hospitalar e domiciliar.
A assessora técnica do Conass Carla Ulhoa afirmou que cuidado paliativo não é ação restrita a determinados serviços ou aos momentos finais da vida, mas abordagem a ser oferecida de forma oportuna a pessoas com doenças graves, crônicas, progressivas ou ameaçadoras da vida, e a suas famílias. Para ela, a oficina aproxima as diretrizes nacionais das realidades estaduais e municipais, e a consolidação da política depende da articulação entre os entes.
Participaram também o diretor de programas da Saps, Arthur Fernandes, e a coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos da Saes, Gabriela Hidalgo. A nota do Conass não informa documento final, plano ou prazo resultante do encontro.
Com informações de CONASS.
Fonte
Publicado na fonte em 17 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 18 de setembro de 2026
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