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Participação do Brasil em pesquisas clínicas cresce após marco legal
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Resumo para usar
- O que mudou
- O marco legal para a realização de pesquisas clínicas no Brasil está impulsionando a participação do país em estudos globais. Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento , realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro.
- Quem precisa agir
- Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento , realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro.
- Requisitos
- No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas.
- Fonte e última conferência
- Agência Brasil (EBC), 15/10/2026 · conferência editorial em 15/10/2026
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Por que importa
O crescimento da participação brasileira em pesquisas clínicas pode atrair investimentos, ampliar o acesso à inovação científica e fortalecer a capacidade nacional de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos. A Lei nº 14.874/2024 reorganizou o sistema de ética em pesquisa com seres humanos e contribuiu para a revisão dos fluxos e prazos de análise. A realização dos estudos continua condicionada à avaliação ética e à autorização regulatória aplicável, com proteção dos direitos, da segurança e do bem-estar dos participantes.
Matéria completa
Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) mostram que a posição brasileira no ranking de países que mais fazem esses testes subiu da 18ª para 12ª, de 2025 até o primeiro semestre de 2026 . A associação também projeta que a 10ª posição possa ser alcançada em pouco tempo, com os novos investimentos previstos, superiores a R$ 2 bilhões anuais.
A Lei 14.874 , ou Lei de Pesquisa Clínica, tramitou no Congresso por quase 10 anos, sendo finalmente sancionada em maio de 2024 e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025. No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas.
A nova lei criou o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, reorganizando os fluxos de trabalho dos comitês, e encurtou os prazos de análise. A nova legislação também possibilita que o país receba mais ensaios de Fase 1 e Fase 2, que envolvem uma quantidade menor de pessoas, mas têm exigências mais rígidas, já que a segurança do medicamento em humanos ainda está sendo avaliada.
Somente a Roche pretende investir cerca de R$590 milhões por ano em pesquisas clínicas no país.
Com informações de Agência Brasil (EBC).
Fonte
Agência Brasil (EBC) (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 15 de outubro de 2026 · matéria do Radar IF em 15 de outubro de 2026
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