Hackathon SUS encerra etapa regional em Curitiba com três startups de oncologia na final
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Resumo para usar
- O que mudou
- Na seletiva da Região Sul, em 6 e 7 de outubro, passaram projetos de exame de sangue para câncer de mama, teste genético de toxicidade à quimioterapia e análise de metástase abdominal. A final está prevista para 4 de dezembro.
- Quem precisa agir
- Coordenações de oncologia e de atenção especializada, áreas de ciência e inovação das secretarias e serviços que acompanham câncer de mama e quimioterapia
- O que fazer agora
- Acompanhar a fase nacional do Hackathon SUS, prevista para 4 de dezembro, e os resultados divulgados pelo Ministério da Saúde. Avaliar se alguma das tecnologias responde a gargalos da linha de cuidado oncológico do município.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 09/10/2026 · conferência editorial em 13/10/2026
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Por que importa
O efeito para o município é remoto: são projetos de startups em competição, e o ministério não fala em incorporação ao SUS. Dois deles tratam de problemas citados pelos próprios pesquisadores, o diagnóstico tardio do câncer de mama longe do mamógrafo e o risco de toxicidade da fluoruracila.
Matéria completa
O Hackathon SUS – Desafio Tecnológico, do Ministério da Saúde, encerrou o circuito regional com a seletiva da Região Sul, realizada em Curitiba (PR) em 6 e 7 de outubro. Startups da região apresentaram tecnologias voltadas ao câncer, e três foram escolhidas para a etapa nacional, prevista para 4 de dezembro. A competição é conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE).
Segundo o ministério, a seleção considerou, entre outros pontos, a maturidade das tecnologias e o potencial de aplicação no SUS. A Hyla Biotech desenvolveu um sensor que identifica, em amostra comum de sangue, sinais que podem indicar tumor de mama, com resultado em cerca de quatro horas. O exame não substitui a mamografia nem a biópsia e, de acordo com o ministério, serviria como alerta para antecipar a investigação.
A ConnectBio Soluções Biotecnológicas adaptou uma tecnologia molecular criada para o agronegócio e montou um teste rápido, com amostra da parte interna da bochecha, que aponta características genéticas associadas ao risco de toxicidade da fluoruracila (5-FU), um quimioterápico. O resultado sai em 40 a 45 minutos, sem equipamento laboratorial complexo. A PIPAC Brasil criou o CarciNoChat, sistema que registra imagens da videolaparoscopia e usa um programa para identificar lesões de carcinomatose peritoneal e avaliar a resposta ao tratamento em centros oncológicos especializados.
Na seletiva, as equipes passaram por mentoria e assistiram a uma palestra sobre o ciclo regulatório de dispositivos médicos. As propostas escolhidas nas outras regiões também seguem para a fase nacional. O Hackathon tem como parceiros o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Anvisa, o Sebrae, a HU Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 9 de outubro de 2026 · matéria do Radar IF em 13 de outubro de 2026
Matéria do Radar IF escrita a partir da publicação oficial. O texto foi redigido com apoio de inteligência artificial e revisado por uma pessoa da equipe antes de ir ao ar; números, datas e prazos são os da fonte. Leia o documento completo no link acima. Como o Radar IF trabalha.