Ministério da Saúde fecha etapa estadual da federalização da RNDS e prepara a fase municipal
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Resumo para usar
- O que mudou
- As 27 unidades da Federação elaboraram planos de trabalho para usar os dados da Rede Nacional de Dados em Saúde. A experiência dos estados vai servir de base para a etapa dos municípios, ainda sem calendário.
- Quem precisa agir
- Secretários municipais de saúde e equipes de informação em saúde, planejamento, monitoramento e avaliação, além dos responsáveis por sistemas e interoperabilidade nas secretarias municipais
- O que fazer agora
- Procurar a área de saúde digital da Secretaria Estadual de Saúde para conhecer o Plano de Trabalho Estadual da federalização da RNDS. Definir na secretaria municipal quem responde por dados e informação em saúde. Acompanhar os anúncios do ministério e do Conasems sobre a etapa municipal.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- Ministério da Saúde, 21/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
A próxima fase da federalização é municipal: a proposta é que as secretarias municipais passem a acessar e usar no planejamento os dados da RNDS gerados no próprio território. O ministério indica que essa etapa será construída com apoio dos estados, que já têm planos de trabalho prontos.
Matéria completa
O Ministério da Saúde realizou em 21 e 22 de setembro de 2026, na Fiocruz Brasília, a oficina que encerrou a etapa estadual da Federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). O encontro reuniu representantes das 27 unidades da Federação, gestores do SUS e instituições parceiras para avaliar a etapa e preparar a extensão da estratégia aos municípios.
A federalização busca ampliar a capacidade dos estados e municípios de acessar e usar os dados da RNDS produzidos em seus territórios. Segundo o ministério, isso exige mais que acesso tecnológico: envolve condições institucionais, técnicas e de governança para que os dados entrem no planejamento, no monitoramento e na tomada de decisão. A estratégia se organiza em quatro domínios: institucional, governança, informação e informática, e comunicação.
Na etapa estadual, as 27 unidades da Federação passaram por oficinas, encontros online e acompanhamento técnico e elaboraram Planos de Trabalho Estaduais. Esses planos devem orientar a continuidade do processo nas secretarias estaduais de saúde e ser atualizados pelas próprias equipes dos estados.
A etapa municipal está em preparação, e o texto do ministério não traz calendário nem regras de adesão. A diretora do Departamento de Informação e Informática do SUS (DATASUS), Paula Xavier, disse que o novo ciclo exigirá adaptar metodologias e soluções às diferentes realidades municipais e que só avançará com o apoio dos estados que já fizeram o percurso. Pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Michael Luiz Diana de Oliveira afirmou que o acesso às informações responde a uma demanda antiga dos gestores: "Não se coordena um sistema de saúde sem informação".
Com informações de Ministério da Saúde.
Fonte
Ministério da Saúde (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 21 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 26 de setembro de 2026
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