A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no país
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Resumo para usar
- O que mudou
- Até o dia 16 de outubro, o número acumulado de óbitos em 2026 chegava a 318.945, segundo o Cardiômetro , ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que passa a integrar o novo Hub de Doenças Cardiovasculares, plataforma lançada pela entidade em parceria com a World Heart Federation (WHF). Os dados mostram uma média de 1.194 mortes por dia, ou cerca de 50 óbitos por hora.
- Quem precisa agir
- A iniciativa busca facilitar o acesso e a interpretação de informações sobre saúde cardiovascular para pesquisadores, jornalistas, comunicadores, criadores de conteúdo de ciência, profissionais de saúde, gestores públicos e demais interessados.
- Fonte e última conferência
- Agência Brasil (EBC), 16/10/2026 · conferência editorial em 18/10/2026
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Por que importa
As doenças cardiovasculares representam uma importante causa de mortalidade no Brasil, reforçando a necessidade de fortalecer ações de prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo de pessoas com fatores de risco, como hipertensão, diabetes, colesterol elevado e tabagismo. O novo Hub de Doenças Cardiovasculares pode apoiar gestores públicos, pesquisadores e profissionais de saúde no planejamento de políticas e na identificação de diferenças regionais nos indicadores de mortalidade. O acesso a dados organizados também contribui para direcionar recursos e estratégias de promoção da saúde e prevenção de complicações cardiovasculares.
Matéria completa
Até o dia 16 de outubro, o número acumulado de óbitos em 2026 chegava a 318.945, segundo o Cardiômetro , ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que passa a integrar o novo Hub de Doenças Cardiovasculares, plataforma lançada pela entidade em parceria com a World Heart Federation (WHF).
Os dados mostram uma média de 1.194 mortes por dia, ou cerca de 50 óbitos por hora. O Hub utiliza dados de mortalidade do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde do Brasil, e estimativas epidemiológicas do Global Burden of Disease (GBD) 2023.
Segundo a SBC, entre os dados disponíveis no novo Hub estão as séries históricas de mortalidade observadas entre 2000 e 2024, assim como projeções para os próximos anos. De acordo com as estimativas, se mantida a tendência registrada nas últimas duas décadas, o Brasil teria um aumento de 10,8% nas mortes por doenças cardiovasculares até 2030, passando de 417.550 em 2024 para 462.573 em 2030.
Em 2024, a taxa de mortalidade era de 195 óbitos a cada 100 mil habitantes, uma redução de 36% com relação aos anos 2000, em que a taxa era de 306,4 óbitos por 100 mil. A nova plataforma também permite visualizar diferenças entre os estados brasileiros. Na sequência aparecem o Amapá, com 225,1 óbitos por 100 mil habitantes, e Mato Grosso do Sul, com 220,4.
Apresentado no dia de abertura do 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, realizado no Rio de Janeiro em conjunto com o Congresso Mundial de Cardiologia, o novo Hub reúne dados epidemiológicos sobre as principais doenças cardiovasculares no Brasil em um ambiente único .
A plataforma permite consultar números absolutos, taxas, séries históricas oficiais e estimativas comparáveis internacionalmente, além de visualizar indicadores por estado, sexo e faixa etária. A iniciativa busca facilitar o acesso e a interpretação de informações sobre saúde cardiovascular para pesquisadores, jornalistas, comunicadores, criadores de conteúdo de ciência, profissionais de saúde, gestores públicos e demais interessados.
Com informações de Agência Brasil (EBC).
Fonte
Agência Brasil (EBC) (abre em nova aba)
Publicado na fonte em 16 de outubro de 2026 · matéria do Radar IF em 18 de outubro de 2026
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