Anvisa e Hong Kong assinam memorando de cooperação em medicina tradicional e regulação
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Resumo para usar
- O que mudou
- O acordo foi fechado em missão da agência à China, que passou por um centro de câncer em Pequim e por uma zona médica especial em Hainan. O texto divulgado não lista projetos, metas nem prazos.
- Quem precisa agir
- Áreas de assistência farmacêutica e de práticas integrativas que trabalham com plantas medicinais e fitoterapia, e técnicos que acompanham a regulação de terapias avançadas
- O que fazer agora
- Não há ação imediata para o município. Acompanhar nos canais da Anvisa se o memorando se desdobra em projetos, sobretudo em plantas medicinais e medicina tradicional.Orientação editorial, não parecer jurídico. Consulte a norma original e a assessoria técnica ou jurídica da instituição.
- Fonte e última conferência
- ANVISA, 28/09/2026 · aprovação em lote em 13/10/2026
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Por que importa
O efeito para a gestão municipal é remoto: o memorando não cria regra, recurso nem serviço no SUS. Interessa, a longo prazo, a quem acompanha a regulação de produtos de origem vegetal e de terapias avançadas, temas em que a Anvisa diz buscar troca de experiências.
Matéria completa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assinou um memorando de entendimento com a autoridade sanitária de Hong Kong para ampliar o intercâmbio técnico entre as duas partes. O acordo, divulgado pela agência em 28 de setembro de 2026, fechou uma das principais etapas de uma missão à China. Segundo a Anvisa, a cooperação pode ir da medicina tradicional às novas tecnologias, passando por pesquisa, serviços de saúde, indústria e troca de experiências regulatórias.
Em Hong Kong, a delegação visitou o hospital mais novo da cidade dedicado à medicina tradicional chinesa e o laboratório de controle da autoridade sanitária para essas práticas, que cataloga e caracteriza mais de mil plantas. A Anvisa associa a visita ao potencial de converter a biodiversidade brasileira, com mais de 50 mil espécies vegetais, em conhecimento científico e soluções em saúde.
Em Pequim, a missão conheceu o National Cancer Center of China, que conduz cerca de 600 estudos clínicos com aproximadamente 200 moléculas, inclusive terapias avançadas como CAR-T e terapias gênicas. Em Hainan, visitou Bo'ao Lecheng, zona médica especial com cerca de 40 hospitais e instituições. Lá, sob condições específicas, podem ser usadas terapias ainda não aprovadas localmente, mas já autorizadas por autoridades estrangeiras de referência, com rastreabilidade e monitoramento de dados de mundo real.
O texto da Anvisa não menciona projetos, metas, prazos nem recursos ligados ao memorando. Segundo o diretor-presidente da agência, Leandro Safatle, o documento dá uma base para continuar o trabalho de aproximar regulação, pesquisa, assistência, indústria e conhecimento tradicional.
Com informações de ANVISA.
Fonte
Publicado na fonte em 28 de setembro de 2026 · matéria do Radar IF em 30 de setembro de 2026
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